segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Morte e morrer

Esse final de semana, morreu uma pessoa da minha família. Ele não era assim o parente mais chegado, mas também não era distante, era casado com a minha tia avó. Quando essas coisas acontecem, geralmente me dou conta de como somos frágeis em relação a vida. Num minuto se está ali e no outro... nunca se sabe. É por isso que temos que aproveitar cada minuto das nossas vidas como se fossem os últimos, viver intensamente, claro que pensando no que se está fazendo, sair por aí agindo simplesmente por impulso não nos leva a nada!
Odeio velórios e cemitérios, se eu pudesse jamais entraria neles... mas as vezes é necessário e temos que ir. Acabo me comovendo mais com a dor alheia e aí choro junto, do que pela perda da pessoa em si. Desde o começo da minha existência, já presenciei alguns enterros, e sinceramente o único que realmente senti pela pessoa, foi quando meu avô morreu, mas também, ele foi a única pessoa realmente próxima a mim, a única com uma ligação forte, que já se foi. Graças a Deus, meu avô por parte de pai e minhas duas avós ainda estão vivas e muito bem obrigada! rs
Já perceberam como cemitério é um lugar feio? Muitas campas, uma de cada jeito, aquelas fotinhos preto e branco, mostrando o rosto de quem tá "morando" ali, tudo tétrico demais! Tem uns cemitérios que tem umas obras realmente lindas... mas continuo achando tudo mórbido demais pra ser bonito. Os cemitérios deveriam ser todos apenas grandes gramados... dá um ar mais de paz, acho que se respira melhor.
Acho que é por odiar todo esse clima de enterro, que quero ser cremada, assim tenho certeza que os vermes não vão comer meu corpo aos pouquinhos, tenho horror dessa visão!
Bom, encerro esse post com uma frase bem profunda (pérola) que a minha avó soltou no carro, na volta do enterro.
"- Sempre que uma pessoa morre, é sempre mais um que vai"

11 comentários:

Felipe MK disse...

Isso é uma reflexão extremamente necessária de se ocorrer! Também sempre fico meio "assim" em velórios... a gente valoriza mais a vida que, muitas vezes com a rotina, vai ficando meio sem graça e automática...

Meus sentimentos pela perda!

Deus a abençoe ricamente!!!

Boa semana!

dodó disse...

temos que valorizar a vida, ela é tão maravilhosa e até um pouco curta.
vamos aproveitar cada momento. :]
sinto muito pela perda, aline. :(
beijos.

Déia disse...

rsrsrs bela reflexão da sua vó, talvez isso deixe essas dificuldades de lidar com a morte, um pouco mais leves...

RIP

Eu tb prefiro ser cremada!

rs

bj

Ju Ventura disse...

genial mesmo era aquela frase horrorosa na entrada da capela. argh!

Vilma disse...

Sempre que uma pessoa morre é mais uma que fará falta nas minhas histórias rsrs
uma moça se matou esse fds na cidade, nao a conhecia mas era lindaaa, cortou os pulsos e bebeu formol, apesar de tudo quando vi a foto de quem era fiquei mal, ja pensei em ir no mesmo caminho, era uma moça lindaaaaaa podia ser feliz, se a gente se conhecesse talves eu poderia ter ouvido ela
,mas ja foi :(

triste isso mas vamos viver

Anônimo disse...

Eu não gosto de velórios também, só fui em um de muita gente que já morreu à minha volta.
Não gosto do clima, e também prefiro os cemitérios americanos, gramados! É um ar de paz!

Meus pêsames viu?!


Beeijos!

Patryk Melo disse...

hey!! sei q a dor da partida eh grande, mas o melhor d td foi a frase de sua vovó!!!

=P


huahauhuaauahuahauahau

mto bom!!!!

pqp

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

show!!!

ganhou um fã!!!

bjos nas barrocas!!!

Luna disse...

olha, primeira vez aqui.sempre fico com receio de comentar, maluquice minha;
e li tão atentamente, mas aí sorri no fim com a pérola da sua avó. ai essas avós. rs.

mas como diz nando reis, a vida é mesmo uma coisa muito frágil, uma bobagem uma irrelevancia.

um abraço imenso.

Vilma disse...

rsrsrs nossssssssssssa queria uma amiga por perto igual vc rsrs

bjxxx

railer disse...

realmente velório não é um lugar que a gente gosta de ir... fala pra tua avó que 'tem morrido gente que nunca morreu'.

Anônimo disse...

Eu não suporto o clima de velório!
Acho que não existe coisa pior.