sexta-feira, 29 de abril de 2011

Despedida das Estagiárias

Acredito que por contenção de despesas, as estagiárias foram todas demitidas. Ficou apenas uma, a Jordânia, as outras 6 meninas foram embora.
Vai ser péssimo sem elas, já que elas eram responsáveis por grande parte do trabalho que realizamos na empresa. Não sei como será sem elas.
A Gisele (na foto abaixo), me ajudava bastante, era ela quem fazia a parte de monitorar as internações e os chamados da emergência. Uma mão na roda!
Pra não passar em branco, já que hoje foi o último dia delas, foi feito uma festinha com comes e bebes... tudo bem, não podemos considerar exatamente uma festinha, já que foi feita numa cozinha de 1x2m (se tiver isso!).
O importante é que teve uma mini festinha e a despedida rolou, junto com as lágrimas, principalmente da Loraine que era a estagiária da manhã. Quase chorei junto com ela...
Bom, só desejo pra todas elas, que sejam enfermeiras brilhantes e que o futuro que elas tem pela frente, seja cheio de surpresas agradáveis. Essa empresa foi apenas uma fase, uma oportunidade de aprendizado. A vida de verdade tá lá fora!
Parabéns pras meninas que se formam agora no meio do ano!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Os Pastores da Noite - Jorge Amado

Estou super disposta a ler todos os livros do Jorge Amado, e esse foi o sexto que li (se contei certo).
Esse livro contam 3 histórias que se interligam de alguma forma. Acabei me demorando mais na leitura por conta dos feriados, mas ainda bem que os livros são renováveis na biblioteca! hehe

Sinopse: A noite de Salvador tem vida própria, com sua ativa e variada população de vadios, prostitutas, jogadores e boêmios. São os pastores da noite, cujas histórias Jorge Amado enfeixa neste romance dividido em três partes interligadas por personagens e eventos em comum.

Na primeira delas, narra-se o casamento do Cabo Martim, malandro maior, amante cobiçado, que ganha a vida no jogo de cartas e nos dados viciados. Obrigado a sumir de circulação por uns tempos, Martim volta do Recôncavo Baiano com uma companheira fixa e determinado a constituir família, o que provoca comoção na comunidade notívaga.
A segunda narrativa trata do batizado do filho de Massu, negro que vive de pequenos fretes. Por conta de uma circunstância fantástica - o padrinho do menino é ninguém menos que o orixá Ogum -, o batizado mobiliza toda a Salvador noturna e embaralha os preceitos do candomblé e da Igreja Católica.
Por fim, conta-se a saga da ocupação do Morro do Mata Gato pela população desabrigada da cidade. O dono dos terrenos conclama a polícia a expulsar os invasores. Entram em cena autoridades públicas, jornalistas corruptos, magnatas do jogo do bicho, políticos demagogos.
O retrato social esboçado por Jorge Amado nas duas primeiras narrativas ganha sua plena complexidade literária e humana na terceira parte, que sintetiza temas recorrentes na obra do escritor: a luta contra a opressão, a força transformadora da cultura popular, a sátira das elites dominantes. Até mesmo os capitães da areia, meninos de rua cantados em seu romance de juventude, reaparecem aqui para cumprir um papel decisivo.
Escrito às vésperas do golpe militar de 1964, Os Pastores da Noite expressa as múltiplas facetas de uma sociedade em ebulição, por um escritor que a compreendeu e amou como poucos. O livro foi levado ao cinema em 1975 pelo francês Marcel Camus. Em 1995, a segunda parte foi adaptada para a TV na minissérie O Compadre de Ogum.

domingo, 24 de abril de 2011

Páscoa

Adoro páscoa, dia em que se come chocolate sem peso na consciência, além claro, de todo o sentido religioso da data.
Esse ano a páscoa foi aqui em casa, regada com feijoada com direito a sobremesa depois.
Uma Feliz Páscoa para todos!
PS: Na foto, minha coelhinha da Páscoa, Bell.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Parque Estadual da Cantareira - SP

Fomos passear no Parque Estadual da Cantareira, era pra ter sido melhor do que foi...
Começamos numa trilha pra chegar no Nucleo das águas, porém a trilha ligava o nada a lugar nenhum... andamos, andamos, andamos e andamos e chegamos num lugar que era mata fechada. Sem futuro! Não encontramos nem uma poça d´água...
Acabamos no Lago das Carpas, que costumava ser um local bem gostosinho pra ficar, fazer picnic, ver a natureza, além é claro de ter carpas no lago. Achei o lugar meio abandonadinho, o lago não está mais bonito e não tem carpas, só um monte de peixinhos pequenininhos...
No fim não saiu da forma planejada... andamos bem uns 10km, mas é sempre bom respirar outros ares.

domingo, 17 de abril de 2011

Encontro dos Dinos - Santos

Uma ou mais vezes no ano, minha mãe se reúne com os amigos de infância de Santos. Eu gosto de ir porque gosto muito de praia, mas esse ano foi muito legal! Apesar de só estar eu da minha geração, conversei bastante e ri bastante com os amigos da minha mãe.
Essas aí na foto, são as responsáveis por terem colocado no mundo a minha mãe e os amigos dela. A "4ª geração", como disseram lá.

Essa é a turma de amigos...todos cinquentões...e se conhecem desde a 1ª infância. Acho uma amizade muito bonita, afinal se conhecem de uma vida inteira!

Pra não ficar muito cansativo, ficamos por lá até domingo. Foi bem gostosinho... O quarto do flet onde ficamos era bem aconchegante.
No dia seguinte demos uma passadinha na igreja, já que é domingo de Ramos e minha avó não podia ficar sem ir.
Um passeiozinho na orla da praia e uma água de coco para matar o calor.
Depois voltamos pra casa.

=)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Felicidade

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixa molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão para nunca mais.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar, na chuva quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixa molhar pra receber o sol quando voltar.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar, na chuva quando a chuva vem.

(Marcelo Jeneci e Chico César)


quarta-feira, 13 de abril de 2011

A morte e a morte de Quincas Berro D'água - Jorge Amado

Livrinho curto, para ser lido em uma tarde. No meu caso na hora do almoço e durante a volta para casa.
Peguei hoje de tarde na biblioteca municipal... já peguei outro junto porque vi que era fininho!
Divertido como só Jorge Amado sabe escrever...
Não faz muito tempo, o filme de mesmo título estava em cartaz nos cinemas, mas acabei não conseguindo ir assistir, ficou pouco tempo nas telonas e perdi a oportunidade.

Sinopse: Antes de se tornar o boêmio e cachaceiro Quincas Berro D'água, festejado por malandros e prostitutas das velhas ladeiras de Salvador, Joaquim Soares da Cunha, "exemplar funcionário da Mesa de Rendas Estadual, de passo medido, barba escanhoada, paletó negro de alpaca, pasta sob o braço". A virada existencial, que levou a familia a renega-lo deu-se aos cinquenta anos de idade.
Se um homem teve duas vidas tão contrastadas, nada mais justo que tenha também duas mortes. É nesse duplo óbito que Jorge Amado narra nesta novela deliciosa, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana.
Encontrado sem vida em seu quarto imundo numa zona deteriorada da cidade, Quincas "era um morto pouco apresentável, cadáver de vagabundo falecido ao azar, sem decência na morte". Começa então uma curiosa disputa em torno do falecido: sua envergonhada familia tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo como o honrado Joaquim Soares da Cunha; os amigos de copo e farra, bêbados no mais alto grau, dão-lhe cachaça no velório, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o velho Quincas Berro D'água.
Na prosa inebriante de Jorge Amado, a situação ganha uma atmosfera onírica, sem que se consiga distinguir o que é fato e o que é delírio etílico.
Publicada originalmente na revista Senhor, 1959, e depois incluída no livro Os velhos marinheiros - junto com o romance O Capitão-de-longo-curso-, A morte e a morte de Quincas Berro D'água se destaca como uma pequena obra-prima de concisão narrativa e poética, tida por muitos como uma das mais extraordinárias novelas da nossa língua.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Gabriela, cravo e canela - Jorge Amado

Mais um livro de Jorge Amado que leio. Cada livro que acaba, gosto mais do escritor!
Todo mundo conhece a história de Gabriela, mas eu particularmente conhecia bem pouco. O modo como Jorge Amado escreve (ou escrevia) é bastante envolvente e você acaba se sentindo dentro da história.
O livro fala de amor e de política basicamente, situada bem no auge do cacau em Ilhéus.
Recomendadíssimo!

Sinopse: Em meados da década de 1920, Ilhéus se debate entre o impulso transformador próprio das cidades emergentes e a força conservadora dos coronéis do cacau, que ainda dominam a economia e a política da região. De um lado, os que querem o progresso da cidade e miram os exemplos civilizadores de Salvador e do Rio de Janeiro; de outro, os que resistem às novidades vindas de fora e os costumes modernos.
Os modernizadores são liderados pelo jovem exportador Mundinho Falcão; seus adversários gravitam em torno do velho coronel Ramiro Bastos. É nesse contexto de luta pelo poder, ora declarada, que se desenvolve o singular romance entre o taberneiro Nacib, de origem síria, e a mulata Gabriela, recém chegada do sertão para tentar vida melhor nas terras grapiúnas.
Entrelaçando fundo e figura de modo sutil, Jorge Amado fala de um momento crucial da vida social brasileira, em particular a baiana, ao mesmo tempo que narra uma surpreendente história de amor, que acaba por colocar em xeque a indiscutida lei da terra segundo a qual o adultério feminino só se expia com a morte da traidora e de seu amante.
Sensual e inocente, sábia e pueril, a cozinheira Gabriela conquista não apenas o coração de Nacib e de uma porção de ilheenses, mas também o de leitores de vários países e gerações. Levada para a televisão, sua história se transformou numa das novelas brasileiras de maior sucesso pelo mundo afora. No cinema, o papel de Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e o de Gabriela, por Sônia Braga, como já ocorrera na telenovela.
Exaltado por Jean-Paul Sartre como exemplo de romance popular, Gabriela, cravo e canela, é um dos livros mais ricos de Jorge Amado, enraizando o debate de questões morais universais no solo muito concreto em transformação.

domingo, 10 de abril de 2011

Feijõezinhos de todos os sabores

Pra quem já assistiu algum dos filmes ou leu algum dos livros do Harry Potter, sabe que no mundo mágico existem os feijõezinhos de todos os sabores.
Meus tios e minhas primas foram para Orlando nos parques da Disney e também no parque da Universal, onde tem o "The Wizarding World of Harry Potter".
Trouxeram pra mim e pra minha irmã, uma caixinha com os feijõezinhos de todos os sabores. E realmente assim como na história, eles tem mesmo todos os sabores, entre eles: Cera de ouvido, grama, minhoca, linguiça, sujeira, ovo podre, sabão, vômito, etc. Tem os gostosos também de sabores tradicionais.
O legal é pegar na sorte, apesar de vir na caixinha um papelzinho com as legendas.
O de ovo podre é o pior, impossível comer, tive que jogar fora! Eca!

sábado, 9 de abril de 2011

Club Ice

A Camila queria muito ir ver o tal do Dj Dimy Soler tocar... como eu ando meio por fora do que rola nas baladas, eu nem sabia quem era ele!
Até fiquei animada na hora que ela me chamou porque fazia bastante tempo que eu não saia. Quando cheguei em casa a noite, que tomei banho, me deu aquela preguiça! Mas aí já tinha dito que ia, não podia pipocar né? Lá fui eu!O Club Ice foi inaugurado há um pouco mais de 1 ano, se eu não me engano, e na época foi super comentado porque era uma das poucas baladas com ar condicionado.
Quando chegamos estava vazio, ou seja, frio! Como esperamos os ônibus voltarem a circular, no final, a balada também estava vazia...frio mais uma vez. Amanheci tossindo! Oo
Tirando o ventinho gelado, me diverti bastante. A Camila adorou ver o Dj tocando e até conseguimos tirar uma foto com ele no final, ela foi lá tietar e acabamos ganhando um CD.Dancei bastante, ri bastante e me diverti bastante (meu pobre pé ficou também praticamente morto, em um certo momento eu não sentia mais meus dedos...fui obrigada a descansos periódicos).Cheguei em casa rapidinho porque moro relativamente perto da baladinha. Cansada, mas foi bom!

domingo, 3 de abril de 2011

Melina

Depois de quase 1 ano sem nos vermos, conseguimos finalmente marcar um encontro. Falamos mais que a boca e o assunto não terminava. Só fomos embora porque tava mesmo ficando tarde.
Infelizmente as vezes a vida nos afasta de pessoas que gostamos muito, mas mesmo distantes essas pessoas continuam sendo especiais em nossas vidas.
Saudades de quando nos encontrávamos todos os dias na faculdade, compartilhávamos as mesmas agonias, os mesmo estresses, as mesmas risadas, tudo tão bom... Éramos felizes e não sabíamos...

=)